No dia 14 de maio de 1958, Artur Berlet tratorista da Prefeitura de Sarandi, Rio Grande do Sul, regressava do interior do município, viajando ora a pé ora de carona, quando, às 19 horas, ao passar pela Fazenda do Dr. Dionisio Peretti, viu uma luz estranha no mato à beira da estrada a uns 200 metros de onde se encontrava. Curioso, atravessou a cerca de arame para ver o que era aquilo e, chegando a 30 metros do foco, constatou que a claridade opaca provinha de um enorme objeto circular, de uns 30 metros de diâmetro, cuja forma lembrava duas bandejas em superposição, Pensou em fugir, mas a curiosidade foi mais forte e ele se aproximou alguns passos.
Foi quando mais de dois vultos e um forte jato de luz atingiu-o, fazendo perder os sentidos.
A partir daqui o que segue é uma impressionante e detalhada narração sobre uma viagem a outro planeta, outra cultura, outro pensamento, com certeza muito mais evoluido do que aqui no planeta Terra. Artur Berlet, conta em detalhes como foi a sua viagem, sua chegada, como conseguiu comunicar-se com os habitantes do planeta Acart, também descreve o que os Acartianos fazem para viver, seu modo de vida, seus problemas e seus planos para o futuro.